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Sem rumo

Sem rumo

Eu, só, solidão,

perdido na multidão,

que caminha sem rumo,

sem destino,

que anda, a procura da fé...

 

Eu, só, solidão,

sinto a brisa soprando,

vejo a rosa chorando,

a vida correndo,

sofrendo a agonia do tempo...

 

Eu, só, solidão,

vejo a noite,

ela desce soturna

e confirma a solidão,

a angústia da escuridão...

 

Eu sofri, corri,

fugi da multidão,

abandonei a confusão,

gritei, berrei,

perdi a razão, acordei...

 

Eu, agora, sem hora,

sinto-me só,

perdido, sentido,

sem destino, sem tino,

sem rumo, eu sumo...

Literatura

EternizArte
Helio Valim
Helio Valim Seguir

Alguém interessado em usar a poesia como uma crônica poética do cotidiano, com realismo e imaginação. Com mais de 30 anos no magistério superior tendo lecionado em Instituições de Ensino no Rio de Janeiro. Mestre em Engenharia.

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