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Selenita

Selenita

 

Toda vez que me vejo

onde o desejo

é mais forte que o real

sinto-me sideral...

 

Percebo, bem de perto,

no céu aberto,

a eterna nave celestial!

Lua, que nos circunda, tal qual.

 

Vago perdido em devaneios,

na busca de sentidos,

embriagado, por demais, para expressar

o meu encantamento pelo luar.

 

Esqueço o chão que piso,

com franco sorriso

contemplo a ilusão,

então, improviso...

 

Declamo um poema,

clamando por órbita

que contorne meu dilema

e, finalmente, me torne fiel selenita.

Literatura

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poesia

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Helio Valim
Helio Valim Seguir

Alguém interessado em usar a poesia como uma crônica poética do cotidiano, com realismo e imaginação. Com mais de 30 anos no magistério superior tendo lecionado em Instituições de Ensino no Rio de Janeiro. Mestre em Engenharia.

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