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Pôr do Sol

 

É pôr do sol ao pé dos coqueiros do sertão

Faz frio eterno no meu coração

A chama ardente se escondeu entre as palmeiras

Virá amanhã ou não, sei lá.

O sol virá. Já eu quem sabe.

Talvez amanhã ou nunca mais.

É preciso acender as chamas de novo.

Mas as lenhas estão tão úmidas.

E o vento revolteia-se por toda a parte.

A lua sorri malévola das tentativas

suas de acender as chamas.

Coitado. Pobre coitado

Não há chama que acenda nesse peito

Não resta amor guardado para ti.

É pôr do sol eterno para ti.

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Bianca Blauth
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Alguém cujo jardim ainda está florescendo.

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