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Pontilhados de segredos

Pontilhados de segredos

Pontilhados de segredos,reunidos em um riscar,
na trêmula quebra do sonhado hoje,a miscar.
A esteira do Estrelado Céu,
debruça o seu fósforo véu,em candeias de velas em pulcro.
Há sangue nas clavas...;
Há mentiras nas moléculas de ar;

...ás favas


Há quem procure Demônios, em um patológico vibrar de Neurônios e,em escorridas culpas em lavas.



Almas em medras..,
ladradas.
Os espinhos dos quais eu passara com acrisoladas apontes de foices,
tinham seu sangue doce;
...mesmo para com minha pele,sob seus marcados açoites.
É noite..,
temo o dia e ,seu vir,
seu julgamento em um iluminado ferir.



A esperança,é apenas..,
uma feliz e ingênua criança.
A mim...,bastam as reticências,
e ás suas subjugadas coerências.
Suas maquiadas aparências.

 

 Já estou em coma,

...nessa fantástica redoma.

Literatura

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