[ editar artigo]

O contraste respiro ante um amedronto

O contraste respiro ante um amedronto

 

 

O douro Lunar em cintilação,
tocam as monjas abóboras em união,como harpas padecidas.
Repousadas em um Nirvana Sidério.
Seu fado ensalma...,
contrastes,em noite mistério de rendidas flamas expelidas.

Não arreceio,seu riso cortejador,
que esfacelará no alvor do amanhã,após marcada conjunção;
mas sim...,o entremeio de sua unção,
...ao seu ante real clamor.

Fulgor ,
dos Demônios,Fantasmas e Bruxas;
que afugentam ,o mais nobre dos Querubins,
aos sortilégios ,de um recitado Halloween.

 


SALVE...,
brumas e  tempestuosos,..
criaturas e suspiros jocosos.
Quando as felicitações cessarem,
eu ei de voltar,
á solitude,de em dias medrarem.

Literatura

Ler conteúdo completo
Indicados para você