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Lúgubre Insone

Lúgubre Insone

 

Em tumbal descanso,o eterno sonho,em desalinho;
Erga-te Futuro,pois não trajo lutos ou um corpo,
em definho a um rogo sozinho.
Meus rubros olhos,são brasões da noite;
Vagam em açoite penumbra,como um selvático réu da escuridão.
No claustro da Luz encoberta,
o deleite,da apreciada solitude razão.


Sonâmbulo do Tempo,
com seu não opor,em desprovimento.
Sepultura-berço,
dos dias que se debatem a um perneal crepúsculo;
sob um desenlace em constrangimento.
Deite-se..., Passado;
prometo-lhe,com apenas um imaginar de pranto,
o lembrar salvo ,de um fossado;
com o dispor a um colocar,
de seu esplendoroso manto.
 

 

A gélida palidez da pele em treva recanto,
se declama,como um posto Sol;
em suas cansadas horas de sordidez.
Insensatez...,sob uma Linda Lua-Farol.
Em prol,de uma alegre e imortal,
estupidez.

 

Literatura

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