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Insurreto

Insurreto

 

Os pensamentos,em feixes de silêncios censórios.
Os gritos orgânicos,em duelos com momentos de negares transitórios.
As mãos,insistem,afagar a Alma em convulsão;o Eu estar,na morada imaginação.
Sofro então,o encolher de minha matéria;em um fogo ladrão,que derrete a parafina,feita com minha carne.
A bem-verdade,abstrata...;de tateável ingrata.
O eco de minha inutilidade em remorso,no abismo Terráqueo que acolherá meu destino.
Na imortalidade do Tempo,soo apenas,como um ligeiro clandestino.

 


O hórrido cordeiro,que ruge a rebelião contra a Luz do temido Ancião.
A mortalha da inquietação,és a minha pele;não,minha descarinhosa projeção.
Ergue-se...,o sopro de um acalentado dragão.
A espera,que chicoteia o tecido da pele,desde o ventre.
Os passos,que direcionam o querer,no tênue concentre.



Os ásperos seres,que têm a dependência de outras coexistências;
enxugam a noite,mesmo sob açoite,
de bravatas em insurgências.
Que o Universo,..roa;
...minha lamúria e, minha indefesa pessoa.
A ele...,sua infinita coroa.

Literatura

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