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Homem-Escafandro

Homem-Escafandro

 

Arremedando os vícios do Mundo,o quão fraco,és o meu negar oriundo.
Como um fantasma que se refugia no dispor do dia,atrás de lápides tortas;
pendidas pelo erosar da terra-assim és, meu esculpido lúgubre.
Acarinho,as acalentadas injurias em absortas.
Como um feto desprovido,á espera ubre.
O meu brado,em prontamente momento,fora encravado.Postergado ao seu querer;em seu provável e ditoso nascer.
Ás escuras com a Alma,em monotônicas Cósmicas,me felicita...;
...dadivada calma.

O incandescente e o abrangente,emana,o algoz  desperto em meu interior.
Habituado e compassado,gladiador
Mas,com a faca no pescoço e ,na ferida o sal grosso;todos,vendem sua carne,de uma maneira ou de outra.
Em uma declarada verdade á doutra.


Sob meus pés,desejos ferozes,que sangram;
...proclamam sua emancipação,
em meu corpo para com um cérebro,em descomunhão.
O pseudomentir,convulsa minha pele-em um alegre e alienado sorrir.
Eis a ele,querer-me ir.
Centros nervosos em uma câmara de brumas em guerra.
Acerra,o meu novo Eu a nascer,em uma psíquica e vorta horta.

Literatura

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