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Histórias que escrevo de próprio punho

Cunhei meus primeiros,
precursores versos no banco de escola
na infância, já imaginava o universo,
vi pela televisão, o homem pisar na lua
Também, vi as cores invadindo a tela
vi ainda a transformação
a tecnologia, os saltos quânticos...
ouvi sobre guerras distantes
atravessei fronteiras,
cruzei mares e oceanos
vi do alto os Andes, os Alpes, e desertos
Estive em Macchu Picchu... 
vi as construções mais antigas
séculos de histórias
antes vistas só nos livros
Fui ao extremo sul da América...
o fim do mundo, diziam os descobridores
Conheci Montevideo...
Além dos rincões do Brasil
Minha terra, meu lugar de nascimento
Estive ainda, em castelos seculares
Caminhei por vielas inimagináveis
Calçadas romanas, muralhas mouras
O reino de ‘Don Quijote’
Em Terras de Espanha...
Portugal e suas belezas, tão consaguínea
Com a nossa terra ‘brasilis’
Mas esse mundo, um universo
tem ainda microscópicos seres
Há beleza em tudo, no amor
na dor... na intensidade, loucura
basta ver, olhar com os olhos certos
Escrevo poesias, eternizando momentos,
sentimentos e sensações ímpares
(DiCello, 12/02/2021) 

 

Literatura

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Marcelo Fouquet Rosembrock
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Assino meus textos com o pseudônimo DiCello

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