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...e viva o povo brasileiro

...e viva o povo brasileiro

Povo fétido sou
Cujo desgoverno
Mereço
Gente corrompida
De mãos que coçam
Pra dentro
Enquanto crianças
Deitam ao relento
Onde cada voto 
Vira escambo
E a ignorância
Subtrai tanto
Eleições vencidas
Invariavelmente
Com almas vendidas
Amigos guerreiam
Famílias se despedaçam
Por mitos que brindam
Atrás das coxias
Nossa mentes
Carecem urgente
De profilaxia
Fingimos demência
Quando a voz muda
Do tunel
Pede clemência
Não mais cabemos
Em extremos
No fundo 
Há um empate
Milhões pedindo arremate
Fartos de inversão 
A outra metade dizendo não
Prevejo um fim triste
Pra esse povo que persiste
Em se gabar do jeitinho
Roubando até do vizinho
E enquanto alienação
Tiver mais Ibope
Que Educação
Sinto informar
Com grande pesar
Pra essa gente
Tem jeito não

Literatura

EternizArte
Fabiana Amorim
Fabiana Amorim Seguir

Às vezes sou estrela Às vezes peregrina Sou também vento E, por vezes, Brisa leve De vez em quando Tempestade Mas, Em raros e bons Tempos me torno flor

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