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DESILUSÃO

DESILUSÃO

Grita o lúdico numa via sem saída

Dizendo não ter tido sorte na vida

Por não ter conhecido de fato o amor

E jamais, ter sentido o aroma da flor

 

Palavras que se espalharam ao vento

Berros infinitos ecoavam de sua voz

Como o fruto que foi secado pelo alfas

Igualmente, sem valor para o tempo

 

Bem se vê que ele não te conheceu

Talvez então, soubesse que blasfemava

Se pudesse ter sentido o perfume teu

Por certo, contestaria aquilo que falava

 

Pobre homem infeliz, carente e amargurado

Achava que de algo serviria o seu brado

Que alguém atentaria para a sua desilusão

De nunca ter conquistado um outro coração!

 

MÁRCIO PAZ MARTINS

 

 

 

 

Literatura

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