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decadência

decadência

flores belas e inúteis
perdidas na escuridão.

soberano, o tempo se impõe
desbotando a paisagem.

na descendente escada rumo ao Nada
contemplo minha decadência.

cada passo, degrau abaixo,
desperta uma certeza infame!

tudo o que foi, projeta-se como
relutante reprise mal filmada.

como pálidas luzes que se apagam
- espectros lânguidos de velhas

velas queimadas.

 

Marcelo E. de Oliveira

Literatura

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