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Cura

Cura

A percepção da cura muitas vezes é confundida com o livrar-se do problema.

No entanto, a forma como nos libertamos é o mais significativo do livrar-se.

 

Eis que, então, nos surge o desapego e com ele mais uma maneira de libertação.

Quando o desapego é sobre algo tangível, tudo paira no ar.

Julga-se melhor, mais palatável, vezes necessário, e outras como a única saída.

Entretanto, quando o que quer deixar ir esta na esfera sentimental o desapego pode ser cruel, silencioso, desesperador, doloroso, desconfortante e até insuportável.

 

De uma forma ou de outra, ou de diversas outras formas, o que não devemos perder de vista são as reações que tudo isso nos trás.

O poder de sentir o caminho, saber quando vamos precisar segurar uns aos outros também é cura e exige paciência.

 

Curar a si mesmo em muitos momentos é a chave.

A partir dela compreende-se que faz parte do processo, consegui se encaixar.

Aprende-se que não é somente livrando-se do incomodo que a cura vem.

Para situações crônicas livrar-se é continuar seguindo ferido.

Literatura

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