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CHUVAS DE VERÃO

O nosso amor

Sabe o suor das lágrimas

Que choramos aquando nos amamos;

Outrora, ingénuos

Viajantes que viram 

Seus corpos insanos

Despidos

Ao orgasmo que a lua ofertara

Aquando nossos corpos

Se cruzavam

Entrelaçando nossas almas

 Na calma pressa de se apressar...

Corpos molhados

Não alegram terra

Mas o nosso amor

Tal como nosso se amar

Tem suas origens nas profundezas

Do salgado que bebeu o mar!!

 Nosso amor

Chorou, sofreu, caiu e se ergueu

Há ainda vidas por se viver...

 

 

Literatura

EternizArte
António Andrade
António Andrade Seguir

EU SOU O QUE SOU QUANDO SOU O QUE SOU... Autor/escritor/poeta e declamador

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