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Aruanã, uma tartaruga-marinha

Aruanã, uma tartaruga-marinha

 

Longeva enquanto permitirem,

vivo a calmaria e a tranquilidade

que me contempla a dignidade

de uma existência sem desdém.

 

Bailar com grande destreza

não minimiza o mar de incerteza

e a insegurança de um ataque vil

seja por plástico, “nylon” ou vinil...

 

Por instinto, consumo tal material,

crendo ser meu alimento natural,

para meu lamento e sofrimento.

 

Sem proselitismo, parem de sujar,

de poluir, de jogar esse lixo no mar

ou, então, serei apenas esquecimento!

Literatura

EternizArte
Helio Valim
Helio Valim Seguir

Alguém interessado em usar a poesia como uma crônica poética do cotidiano, com realismo e imaginação. Com mais de 30 anos no magistério superior tendo lecionado em Instituições de Ensino no Rio de Janeiro. Mestre em Engenharia.

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