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DOR D'OPRIMIDO

Escrevo dores no papel

Conjugando meus sentimentos

Jorro lágrimas na pel

De meus tenros pensamentos;

 

Nesta maresia sã Ásia,

Há hemorragia sentimental...

 

 Que quando vivo o que vivi,

Vejo meu eu de novo

A cavalgar na vala comum

De meus presságios caminhos caminhadas...

 

Dissolvo, a dor

E com isto me faço novo

 Choro pelo suor do povo

 

Ao ser  marginalizado em sua própria casaP

Por um cara que diz ser irmão...

Outros no contentor

Procurando um pedacito de pão...

 

 E outros chorando,...

E outros gritando de dor

E outros estranhando  o mar 

De dinheiro que banham seus vícios

 

E eu, ando lentamente

Me roendo os pensamentos

Insanamente

Provando do meu doentio choro que chora

Dor do oprimido

A brincadeira aqui

É o nosso comprimido 

É nosso consolo

Pois somos

 E fomos esquecidos...

 

Concurso Poiésis EternizArte

EternizArte
António Andrade
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EU SOU O QUE SOU QUANDO SOU O QUE SOU... Autor/escritor/poeta e declamador

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