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Vida

Vida

Vida

O anseio do corpo

Tremendo e pulsando

Mãos que se entrelaçam

O desejo manifesto no toque

De suaves e intensas carícias

Úmidas, quentes…

A escravidão da qual não se quer alforria

E a única luta é uníssona

A latência dá lugar

Há magníficas explosões sensoriais

E não espera -se o fim ,e sim mais…

Beijos intensos Infinitos…

E os profundos ais…

Finalizam no último grito

E o corpo padece satisfeito

E o descanso chega

No sono do justo

Sonhando estar no paraíso…

Simone Moura

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