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VAZIO

VAZIO

Vestiu-se de verde e amarelo,

queimou os nativos, derrubou as florestas e, nas valas que retirou o seu ouro, enterrou os corpos.

Depois voltou à cidade, queimou os mendigo e exterminou as favelas.

O verde do mar empalideceu,

e o brancor estendeu-se ao céu.

Dentro de sua casa um teto pálido,

A alma ensandecida, a luz pálida agora em cada coisa que se estende, pertuba-lhe o juízo,

como se o vazio refletisse seus passos vigiados pelo vazio estendido do céu ao inferno.

Mas sua mente reflete o seu mundo:

Um homem branco

num quarto branco,

com a alma num labirinto,  presa à garrafa de seu gênio,

é tudo o que restou!

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