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Assopro de quebrantos

Assopro de quebrantos


Sempre plantara medos e assombros,em férteis pensamentos.
Mórbidos encantos,...que pungem.
Que pulsam,em solitárias e estranhas noites de fomentos.
Rugem com a Alma...,em devaneios e ante a febris crepitações.
Quebrantos,em sombrias brumas de elucidações.
Olho para rua molhada após a chuva;quero estar lá.
Segurando a mão da escuridão,como um acompanhante de uma caridosa viúva.


Ao flamo das paredes,tateio meus ocultos sentidos.
Não os nomeio mais;...desejos,que em minhas mãos,pingam como suores vertidos.
Todos os sorrisos,foram transgredidos.
Sinistro manto;súbitos derradeiros,com o castigar da face em riso,em um buscado canto.
Músicas ensaiadas,com o fechado punho em marteladas.

Não me direciono ao espelho,porque soubera de seu enunciar em trovejos.
Meus ferais esbravejos.
Que em Céu,o seu chamar para tenebroso abismo.
Ectoplasma e seu agonismo.

 

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