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SONETO INTRÍSECO

SONETO INTRÍSECO

SONETO INTRÍNSECO
Não quero te comparar a nada breve,
Poderia te comparar com uma noite de estrelas,
Pra quê? Não sobrevive,
Ela termina com os primeiros raios de sol.


Poderia te comparar com o outono,
Com a sutileza que carrega o amanhecer,
Pra quê? Sonha a abandono,
Ele termina com a frieza e tristeza do inverno.


Vou te comparar com o oceano,
Ele é belo e não se esvai,
Mas se perde em giros infinitos azuis.


Gira com a Terra em devaneios mil,
Não para! Ondeia, ondeia, ondeia...
Assim és tu no interior da minha poesia

EternizArte
PETRONILHA ALICE ALMEIDA  MEIRELLES
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PROFESSORA MESTRE E LÍNGUA PORTUGUESA, LINGUISTA, PSICOPEDAGOGA, ESCRITORA DE LITERATURA INFANTIL E POETISA.

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