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Sombras descoloridas

Sombras descoloridas

 


Semeada penumbra mortiça,
que me segurara em doadas mãos,
e, em minha plantada horta,de um pesaroso trovista.
Solidade crista,encontraste um igual festivo amargurado,
em um despertado sonho cansado.
Venturoso,em perseguir a Si em um altar profano,
de prata névoa,em um abismo do relapso engano.


Medra,á altura a colidir em pedra.
Misticismo,
exorcismo,
todo o ínfimo e nefasto delírio nublado,
de apenas um infeliz magoado.
Descuidado.


Fraco,em um Mundo insano.
Um derrotado paisano;
que o Firmamento de Anil grama, acerra;
aguarda um sacrifício, como os da Terra.
Pobre Eu a descolorir,
que não mais consegue,ao desagrado,mentir.

 

Apenas ouvir.

 

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