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Sem domesticação!

 

A pele, nem a alma podem ser domesticadas
apenas podem ser vorazmente excitadas
Adoro quando ela ruge no seu cio de amante
adoro ouvir os seus gemidos, os gritos
cheios de desejos e incríveis prazeres
Num cumplicidade a flor da pele...na união
na fusão de nossas almas impacientes
Adoramos nos amar louca e intensamente
Em tardes primaveris... e noites de luar
Nos entorpecemos com a volúpia, numa insensatez
naqueles momentos infames devaneamos
libertamo-nos cada um do seu ser
Inflamados sentimentos... sentidos plenos
entre unicamente, eu e você
(DiCello, 26/08/2020)

Adaptado do texto:  “A pele ... não é domesticada. Ele ruge por dentro e arranha por fora.” (Vincenzo Cannova)

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Marcelo Fouquet Rosembrock
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