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SALVE SALVADOR

SALVE SALVADOR

 

 

Libélulas aqui e ali na flor do caqui. 

Dali viam-se, pássaros raros, velhos sapatos soltos sozinhos por aí. 

Saias da cor. 

Desejas estas para cobrir as frestas? 

Outras Dali partem-se em fios fazendo rios sorrirem, Dali que te pirem,  

Astros n’outras hastes tortas de morango tangos alvos, mirabolantes álbuns. 

Uns áridos daqui.  

Outros dali não importavam janelas... 

Cotovias nenhuma... 

Daqui vai Dali Alice vão todas... 

Sumindo em formas de córneas, abóbadas caóticas. Autógrafas? 

A paz tocar o pincel, após traçar outro céu, apóstrofes de Acrópoles ciclópicas, hermafroditas.

Ficas dali. Das águas bicas de Álamos correm asas. 

Hálitos em teu colo adormecem, dois elos aos olhos.  

Em “100” horas, entre aspas, relógios derretem tempos amorfos.  

Dali com seus corpos indo... 

Indo amanhecer cristalino, acinzentar pontos finos. 

Pois hábeis mãos fizeram-te azul arco pires sem fim no milharal. 

Despindo signos de grão em unicórnios ágeis. 

Dádivas de borboletas, que tu permaneças Dali. 

Desde a derme de tuas membranas, proclamas o cerne do que amas. 

Ácido Galavidapariu amor em teus quadros brancos. 

Deixa-nos Dali a espreita do irreal. 

Visionário Mestrefísio do Pluriverso. Apocalíptico da louca elipse. 

Dali do convexo texto, reflexo de perpétuas imagens grávidas de símbolos. 

Quais te foram íntegros pingos nos pontos dos is. 

Assim vai surgindo tudo da Quintal Essência deste Ser... 

Colorindo aos poucos... aos muitos...

 

#Poesia #Concurso #Eternizarte

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