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ROSAS DOS VENTOS

ROSAS DOS VENTOS

ROSAS DOS VENTOS 

Tantas rotas eu dei aos sentimentos;
Tantas me foram já desventurosas, 
Que aos ventos atirei versos e prosas,
Qual se alivia a carga entre tormentos. 

Quantas vezes topei com maus momentos!?... 
Quantas lidas em noites tempestuosas?!... 
Mil amores segui seguindo as rosas,
Com Neptuno a rodar os quatro ventos... 

Rosas dos ventos que então navegante 
Perdi por rotas vãs que vão avante, 
A todo pano pelo azul profundo!

Ventos às rosas murchas e passadas...
Levai-m’as! Novas rotas são traçadas
A ver n'um novo amor um novo mundo.

Belo Horizonte - 13 06 1996


 

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Ricardo CUNHA
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Escrevo. Gosto de escrever. Se sou escritor ou poeta, eu deixo para o leitor ponderar. https://medium.com/@arqt.ricardoc

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