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Relapsos em salvas-dores

Relapsos em salvas-dores

 


O acreditado olhar,treme,quando a noite em cintilante respiro,
geme.
Feridas,em esma sorte;
em um Mundo que aposta em uma apressada morte.
A locomotiva do tempo,trafega sobre as incertezas do absurdo;
forja seu apito protelado,em um amparado aturdo.



Surdo,doudo ou mudo;
ânsias do engano,em pesares.
Carentes,nutridos com sorrisos e rogares.
Felicitações e descritos lugares.



Vulgares flâmulas da esperança,tremulam em fitos inocentes;
em Almas pueris,
com seus  algodões-doces ,em um parque de diversões;
como risonhos afebris.
Dissertam fábulas,sobre desviadas consternações.



Viver belo e vaporoso,
que persigo,como um vigoroso sonho fugaz;
que nem mesmo em um imaginado,
me manterei,em constante tempo atrás.

Eis de ser surpreendido e levado,

a  um irremediado Alcatraz.

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