[ editar artigo]

Que saudade dela

 

Que saudade dela.

De sua frieza

De sua turbulência

De seus beijos saborosos

De seu canto acalanto

 

Ah! Que saudade dela.

Que se vai todo setembro

Correndo para sei lá onde

 

E retorna em junho como

quem nunca foi a lugar algum.

E eu fico aqui

 

Aguardando-a...

Esperando cada noite o seu canto nos telhados

Seu toque na janela

Seus beijos em meu corpo.

 

Quando ela voltar

Correrei até ela

descalça pela rua

com os cabelos soltos

Com as roupas revoltosas.

Com os olhos sorridentes

Para ser mergulhada por sua deliciosa presença.

TAGS

chuva

poema

EternizArte
Bianca Blauth
Bianca Blauth Seguir

Alguém cujo jardim ainda está florescendo.

Ler conteúdo completo
Indicados para você