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Prantos Embolorados

Prantos Embolorados


Com uma coragem presa em um novelo de lã
ao dobrar do braço em fé

Ouso  chamar em desafeto atenção
o Cosmos

Ao reticente brado de minha injúria e com apartadas colocações
vocifero o petulante desafio
sem minha clemência congrego

Seu antepor de retóricas e desejos


Mostro em mãos ao céu
á sua vista contemplação

os inúmeros remendos
da cortina dos meus acasos

os prantos perecidos


por mim
jamais esquecidos

 

Que o mandante do destino
ao menos
me tolere
por compadecimento

á minha Alma
em carência solidão.

 

Pois ,a  engra de meu repouso ficar

não suprime mais

adições de lágrimas

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