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Poemante

Poemante

Saudade do tempo em que eu escrevia poemas
Que meus textos eram menos didática 
E tão metáfora 


Saudade do que escrevia 
Quando chorava e quando sorria 
Poesia minha amante 
Das donzelas minhas esposas...


Perdi a conta dos sorrisos 
Que não roubei 
Mas conquistei 
Cada um seu jeito único 
Por cada um me apaixonei

Rogo aos céus que me devolva 
E em troca leve minhas paixões 
Me dê o amor que tive outrora 
Devolva o cárcere desse poeta...


Deus nos deu uma vida 
Apenas uma canção 
E não sabemos a diferença 
Entre amor e paixão 
Um só nasce na alma 
E o outro no coração 


Ó poesia,
meus sonhos dizem que não é pedir demais 
Acordo, levanto, o mesmo pensamento 
Quem me aqueceria 
É mais fria que esse vento...


Sem ter o que fazer 
Farei uma fogueira 
Para queimar meu sentimento...


Me aquecer em minhas lágrimas 
Frias como a chuva 
Meu coração que arde 
Minha visão turva...
Pela neblina que vejo 
Pelo tanto que te desejo

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