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Pecados de plástico

Pecados de plástico


Meu nome é Audre.Audre Ventri para ser mais formal.Desde muito novo,...criança,é o certo a ser dito,...eu gostava de bonecos.
Um garoto como eu,pertencente a uma família de médias posses,ou seja....,tudo era sacrificado ou muito planejado.

Mesmo que os pertences
adquiridos,fossem acessíveis"a gente como nós".

A Literata do tempo,também me ensinou, o custo suado de cada desejo material.
Mas voltando á minha infância,ganhei de minha tia ,irmã de meu Pai,...em um natal após completar doze anos,um boneco Ruivo todo descabelado e sem camisa.

Ele também vestia algo em minha visão-conceito,uma tanga feita com folhas.
Meus familiares diziam:

"-Deve ser um menininho pobre."


"Retratado"por alguém,...confeccionado..., é o mais decoroso a ser dissertado;...por uma pessoa humilde também.

Repararam...?...,que eu tenho a estranha mania e/ou um tique nervoso.


Toc ou uma estranheza de comportamento?.Volta e meia,eu me corrijo ou me retifico.
Enfim....;descobri logo depois,que na realidade,era um Curupira.Ainda bem que ninguém na época,soube.Pois meu avô Paterno,diria ,que era
coisa do Mal.Coisa Do Demônio.
Á boca pequena,vizinhos...;diriam que era presente de:

"-Gente de Terrero".


Como se fosse algo ruim.Mas não vou discutir opiniões.
Á medida do tolerável,TODOS,devem poder expressar-se.Dizer algo que pensam.Desde que esses "pensamentos",não gerem ódio proposital.


Algo de estupor qualificado.

SEMPRE direcionado" a certos alvos."


Mas,se for algo dito em tom de gozação,por uma pessoa que faz piadas até mesmo de Si,a meu ver,por quê ...não!?

Bem...,quanto ao Boneco que eu lhes contava,dei a ele, o nome de Grunho.Não sei...;foi o primeiro nome que veio á minha mente; ao vê-lo.
Meu cachorro Hutiffik e Grunho;meus melhores amigos.TUDO que um menino sem amigos e tímido,poderia querer.
Acho até...,que fomos gerados em um mesmo "saco vitelino do Destino".
Que... se reencontraram depois de "crescidos".

Antes de minha Tia falecer,tentei perguntar a ela,aonde afinal...,ela "achou" o boneco.Essa passagem citada,foi agora,a pouco tempo.

Quando eu completei meus dezoito anos.
Mas Grunho,seguiu comigo,firme,todos esses anos.Agora mais velho, que eu tive essa curiosidade em saber mais a seu respeito.
Mas nada ,que possa mudar meu afeto para com ele.

LONGE DISSO.


Há um tempo,algo que ainda persiste em minha memória afetiva.Triste e desolada.Histórias e estórias ,sobre bonecos e bonecas ,como receptáculos
de incorpóreos.
Mesmo vivendo boa parte do tempo aqui no nosocômio,nunca vivenciei Grunho fazer ou dizer algo imprudente.


TUDO...,sempre foi palpável ou plausível.

SEMPRE.


Guardo Eternamente em meu coração,os mais empenhosos conselhos de Grunho.Que aliás...,sempre foram em razão de algo maior que nós.
Foi difícil ,um menino de doze anos,guardar segredo sobre seu brinquedo que falava.

ACREDITEM.

Quisera eu,contar a todos.Mas Grunho,me advertiu
sobre o Mundo adulto.
Que era mesquinho e imoral.


Tive que puni-los naquela noite,...enquanto dormiam.
Um menino,não deveria ver  sua irmã.,em toques proibidos para com um familiar,

Grunho,soube me dizer o que fazer.

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