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Os poros das paredes

Os poros das paredes


A me pôr a narrar,
em engenho criar;
de sentimentos em sentimentos a contar,
no paralelepípedo do pensar,começo a trepidar.

 


Crescem os medos,
os confinados segredos,
os insubordinados  apontares de dedos.

O que não me mata,
vigora,o meu feitio Psicopata.
Ao olhar para o teto que pinga tédio,
abraço,a calúnia do remédio.
Ao me imaginar vestir o manto da Morte,
bela vestimenta de caimento corte,
não me serve,ainda,seu nobre em porte.

Os poros das paredes,
com seu suor de enredes,
tentam,que eu adormeça.
Mas,meus olhos que seguem meu pensar em movida cabeça,
quer denotar,meu estremeça.
És,sua alegoria avarenta,
em espera sangrenta.

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