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Olhos de Sepulta

Olhos de Sepulta

 


Meu pensamento sombrio,
de cogito sem brio;
agita as barras de sua cela,assim como um sopro que questiona a vela.
As folhas, bailam em advento,
da coreografia esquizofrênica do vento.

O ranger do velho portão;
que abre e fecha,á apresentação da tempestade e seu vociferar em clarão.
Ando em uma trilha esguia,
vejo...,esqueletos em procissão;
com seu acenar de mão,
fecho meus olhos de fobia.


São,manifestações de minha felicidade enrijecida,
decrépita alegria esmaecida.
Mais á frente,aquele velho poço,
ainda,me causa um estremecer;
aos meus dizeres de alvoroço.

Previsto rasgado,
rogar mascado;
espectro enrugado,em Inferno deitado.


Ao chegar no assombrado rio,
ouço um assobio.
A vejo,depois de meu chorado arrepio.
Me encolho de frio.
A chuva,encobre meu orar,
a minha única testemunha,é um cavalo a vagar.

 

 Em risos relinchar.

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