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o véu dos prantos

o véu dos prantos

 

Um adormecer sereno,mesmo gélido,...deslizei
deixei-me ir
O som ao meu redor,estava mais aguçado
acolhedor
como se fizesse parte dos meus sentimentos
de meu ser

O rubro que agora estampava meu cândido vestido
sacramentava milha escolha

A última das decisões

O pulso desatado
fechava minha passagem em vida corpórea

 

Após o deixar do escurecer
sinto
que a maior traição
foi para comigo mesma
meu descaso à chance do Ser e Estar
o vínculo descomprometido para com a vida

O proeminente
à minha Alma
haveria de ser meu preceito
meu mandamento


O sentimento mais algente de que senti viva
é frágil, ao equiparar a esse momento


não descreveria em palavras
em Espectral forma

Minha Grinalda
insiste
em voltar para os meus cabelos quando tento seu retiro

O véu
seu ausento


similarmente

 

Meus pés
agora
sempre descalços

Meu buquê
negro

como as noites escuras sem Luar

Meu andar
Eternamente nupcial
Minha Face acobertada incessantemente

Minha sina

 

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