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O rancor das Unhas

O rancor das Unhas

O tomou,em cunho Face vingança
o que apetecera em penhoradas e pretéritas mãos desdenhadas;
acusadas,de birra criança em dizer destemperança.


O brado-motor de descendente interno louvor,se fez fogo clamor,em destemido ditador.

Rancor carente,que crescera em regente sede,
escoriou adentra laringe coerente, em escarro azede.

Ventre ódio,que germinou sódio,em perscrutar dentre,em um desconcentre,
para derramar em terra-lembrança,em marcado episódio.

De reivindicado pódio.



Malevolência?;De apenas,quem fora estampido por seu inocente gemido.

Soubera,que esperar,há de ter sempre,um coubera.


Ao fim de injustiçada espera,enfim,exubera

 

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