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O que o tédio me obriga a escrever...

O que o tédio me obriga a escrever...

Não quero uma sala lotada

De pessoas e conversas vazias

De risadas cruas, mortas, frias

E sentir no tudo a abundância do nada.

 

Não quero o canto das aves

Desenhando uma paisagem cinza

Não quero o 'vá logo!', o 'demora!', o 'ainda?'

Não quero ir ao céu por meio de naves.

 

Não quero uma rotina estabelecida

Onde o avesso seja dito certo

E me obrigue a deixar concreto

Um poema que nasceu sem vida.

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