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O Pigmento da Solidão( Auras de anoitecer)

O Pigmento da Solidão( Auras de anoitecer)

O quão brutal e dessemelhante,é um silêncio ruidoso.
De uma mesma forma,uma digressão das cores e dos sabores.
Dos quais,fomos soprados ao longe.
Á ilha dos apartados.


A palidez dos olhos e do sorriso,robustecem a alma e a mente;em um declínio mais célere.
Um autopoluir...,
que impregna ou encrosta,a pele;que já carregara em seus poros,a vergonha íntima perante ao"Mundo da sorte".
Mesmo,que ao fechar dos olhos e o deixar do corpo,no levitar do solo,não apague,o demérito aos espectadores.

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Ó pranto risonho, que oculta o tempo dispendioso da vil Alma,
da gasta audácia e dos cansados olhos.
Se exaltam em belos acenos á Estação;
enquanto o perduro dos passos,outrora contados,
se dispõem a fornecer mais empréstimos á imaginação.


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Respondi ao silêncio interior
todas as vezes
das quais me questionou.

A tristeza,
encolhe o pensar,
O andar
e o agir.

Mas agora,
com o dreno em minha Alma,
há apenas,
momentos desconexos.


Não á fuga Psíquica.


APENAS,

sim...
aos emuladores de alma.

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