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O Pergaminho Inca

O Pergaminho Inca

Dos primórdios da civilização surgem histórias, lendas, mitos e criaturas fantásticas que povoam nossa imaginação e despertam nossa curiosidade, nos atiçam em busca da descoberta do nosso próprio ser, da essência geradora de nossa origem.

​Quais foram os tesouros soterrados pelo tempo que o Império Inca nos deixou? Qual mortal seria capaz de desbravar seus conhecimentos, e trazer à tona relíquias inestimáveis?

​Dentro desse universo fascinante conhecemos Claudio e Ana Júlia, dois pesquisadores incansáveis em busca de um tesouro arqueológico, mais conhecido como o pergaminho Inca. Nesse instigante enredo, nos deparamos com todas as dificuldades que essa dupla enfrenta para alcançar o Segredo de Tasorenka, onde somos transportados para um mundo novo e selvagem, nas florestas do Peru.

​O que torna “O Pergaminho Inca” um livro muito além de uma história de ação e aventura são os simbolismos utilizados, o constante debate filosófico sobre a vida e as relações humanas. É um livro que transborda ensinamentos, sacode, intimida, remexe nossa ansiedade e nos faz refletir sobre todo o Universo a nossa volta. É uma historia que vai muito além do mistério dos Incas, muito além das terras peruanas, ela transcende barreiras intimas e do próprio tempo!

​Gostaria de falar mais sobre a história, mas estragaria as surpresas que vem ao longo das páginas, mas deixo aqui um gostinho para reflexão:

​“No espaço que o pensamento cria em torno de si mesmo não existe amor. O espaço divide o ser humano do seu semelhante, nele está todo o vir a ser, e a luta pela vida, na agonia e no medo. A percepção espiritual é o fim desse espaço; o findar do eu. O relacionamento adquire um sentido completamente diferente porque, nesse espaço, que não é criado pelo pensamento, o outro não existe, porque nós não existimos”. P. 128

  1. O mundo é um amplo espaço de possibilidades, quando a mente cria e distingue, ela encontra.
  2. Nem tudo o que os olhos veem é realidade.
  3. A luz sem o seu reflexo, nada pode conseguir.
  4. A mente cria a imagem, e a imagem se diverte; ofende; agride; deprime; etc.
  5. A imagem não é a perseguição de uma visão, conquanto possa ter sido santificada pela tradição. Ao contrário, é um espaço infinito onde o pensamento não pode penetrar.
  6. Neste espaço que não é criado pelo pensamento, o outro não existe, porque nós não existimos.

A mente não presta atenção a qualquer ideia diferente daquilo que está sentindo. O foco está onde os olhos se concentram.

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