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O Menino

O Menino

Debaixo do sol lindo de ver(ão),

Na capital das ilusões,

Jaz mais um bastardo dessa sociedade

Onde os ratos são necrófobos entre os relapsos.

Dizer que ser da rua é uma borbulha,

Não me resta dúvida;

Pois, em meio ao líquido a bolha de ar é insegura.

Ser flanelinha, fumador de pedra ou cliente assíduo da “boca perversa”?

Nunca foi sua meta;

Mas, se o vicio não da trégua e a felicidade lhe detesta,

Viver é modéstia.

Sem o pão e a compaixão,

O menino vai caminhando, subindo e descendo, na maior frustração.

(Márcio Batista)

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