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O ferir das manhãs

O ferir das manhãs


Sob um algarismo  signo rogativo
busco a alcunha de uma agora
esperança em Marfim

Os anos passaram
como um elegante piscar de olhos de uma donzela-moça ,em um portão  de religioso internato
Os descompassados pudores e anseios
agora fitam, seus rememorares em lenços de temperança

O machado bruto e viril do tempo
posto que,se prontificara ao meu dispor
em me servir,em desmarcada hora

O vento que inspirava telas a colorir
agora,suplanta cuidados e pudores

O Universo com felicitações e punições caladas
mostrara agora,a mim,que sempre tivera grades e portões em seu infinito

Todas as manhãs ,adentra em meu quarto
o pensamento do finito vistoriar

o prorrogado intento querer
apenas és ,um positivo e esperançoso clamar

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