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O desembainhar de um esquecer/O descosturar de um esquecer

O desembainhar de um esquecer/O descosturar de um esquecer


De quando em quando,o passado reaparece e mede força.
Ás vezes,com um seu vociferar em meu atentado ouça.
De um esguio trajar em vestido corte,costurada na desconfiança e de belo corpo porte.

Sombras de meu Passado,
que ainda choram e gritam,como uma animal atado.
Troa,os meus quiserdes ao refúgio á Dama da alcova.
Minhas suadas camas das madrugadas,com seu bem lembrar;
em pretérito atar;

me afagas.



Sonhos abusos;
lembranças com guardadas e divididas temperanças,para com sentimentos confusos.
Em minha Neural arca de pudores,
és ainda, meu clandestino sorrir em ardores

 

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