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No sono da Luz

No sono da Luz

No gramado gasto,com minhas roupas surradas,junto ao meu desejo desaprendido,outrora,meramente Lembrado;

me deito, contíguo à minha esperança que ainda não esvaiu-se por completo.
Almejo que, o Leito de minha existência, um rio chamado vida,me permita;transcorrer em sua correnteza veloz e contínua,...um pouco a mais.


Que ele me conceda ao menos,antes de meu atar em sua ourela;percorrer margens mais agradáveis e humildemente prósperas.


Comum.Simples.

Os anos que virão,serão mais rasos,pois;já sinto meu açoiramento.

Eis a razão de minha súplica;de minha prantina.


Que eu desague no Mar do desconhecido,da esperança de um amanhecer da Alma,com Paz e serenidade.

OBRIGADO vida.

Ainda terá minha gratidão, em meu anoitecer.

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