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Na Artéria da Noite

Na Artéria da Noite

 

Ao Lacaio de Pronome Malévolo,
desprovido da ressonância do partilhado existir;
Olhar de supro anseio Necandi,

Mostrei-lhe,
minhas equimoses mãos ,ainda vívidas

Meu Animus ainda em Fé

No mercado dos Medos,
ÉS o excludente do Ser,
do perseverar da Aurora.

Meu urde,
se une ao seu Liame
em desarmonia

Não ei de me apiedar
ao seu ermo Destino,
á Sua Mordaz vida,
ou ao seu patológico catalogue literário;
cognato conhecimento enfermo

...balordo
somítico de Almas.

Á magnificente vida,
dou meu reverbero da Luta,
...meu aflorismo do forcejar

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