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Lágrimas,sobre algodões-doces

Lágrimas,sobre algodões-doces


Cada propósito desacautelado das memórias de inclemência,todo intento dito pelo calejado expressar do descontento,sob a Lua de Novembro,lhe darei ,o desígnio ,de um confeiteiro dos dissabores.
A cidade dos cemitérios e o consenso do Purgo,estarão lhe esperando;com seus braços ao alto,...no velho e surrado portão de madeira.
Sob a grama seca e pigmentada pelo queimar do Sol,sua lembrança...;ante aos sapatos gastos e empoeirados,de um velho andarilho desprovido de compaixão e perdão.
 

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