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Lágrimas enxugadas ao querer do vento

Lágrimas enxugadas ao querer do vento


Em pretérita vida,dantes á minha revinda ,
ludibriara o barqueiro de travessia para com seu cobro,
com contos de minha miséria terrena finda.

Em rogada Face, com lamúria lodosa
,em espelho prova.

Abarrotado ardor de desejo,que,em ensejos na sudação,
se faz clamor.

Insensato e ousado destemor,
em se opor,em meu desmotivado dispor;
em meu caminhado odor.


Quem esboçara meus sonhos?
O Tempo,A Realidade ou A Imaginação?

Peço temperança ,a esse novo continuar,
sou...,de prosperidade simples;
humilde, em almejos tardar,
em solfejos lidar.


Pobre e simples eu,que enxuga as lágrimas em vento-corrente.

Dai-me chance,nesse novo encarnar carente.

De lidada e puxada corrente.

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