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Janelas da alma

Janelas da alma

Dos vidros que
Espelem  a luz a refutar 
De minha alma sensata
Com empírico 
Tão pouco me fez repousar 

Transportado pelo pingo
Que cai lá  fora
De meu olho a lacrimejar 

O que seria de nós
Sem o seu toque 
Sem que eu pudesse
Ser e sentir como a avidez
Que encarna o meu ser 

Das janelas que de tanto
Se resplandece
Me sinto preso e livre outra vez 

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Poesia

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José Ferrarini
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Servidor publico .... Historiador e amante das boas leituras. Gosto de viajar, conhecer lugares e culturas.. novas cores e sabores.

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