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Gnoses ,em sopros de Metamorfoses

Gnoses ,em sopros de Metamorfoses

Ao metabolizo do Eu asco,reagi á repulsa denotada,
como um simples e servil frasco.
Comprimido,em uma cápsula de fórmula fiasco.

Em frente ao espelho,em pedido de um conselho,
principiei,o mecanismo de um gargarejo.

Com os pensamentos ainda sob trovejo,
me assenti e,ressoei Kafka;
com sua prudência e seu discutido ensejo;
como minha explicada e merecida afta.

Metamorfoses,ocorrem livres,de qualquer ante desejo.
Alguns,têm a sorte escolha,de seu apontado cortejo.
A opressão e ,a busca do libertar-se, em um divagado lampejo.

Kafka e,sua erudição apta.

Uma vez ,ao longe da burocrática sensatez,
a loucura,se faz atestada, aos Viris olhos da solidez.

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