[ editar artigo]

Fantasmas

Fantasmas

Luzes
Um ultimato desordeiro
Onde caminha o amanhecer
Andam os olhos desalinhados
Antes de morrer

Perecer
Um tanto  pelo pecado
Cristal mal desenhado
Afinal se tornou vidro quebrado
Vida ao amanhecer!
Como não há esboço
Nem obra prima a oferecer

Partiu por isso,
Um navio no oceano ao alvorecer
Me reconheci entre passageiros
Fantasmas
Mas não pude entre os passageiros
Do navio, meu amor fantasma  reconhecer.

TAGS

poema

Ler conteúdo completo
Indicados para você