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Enxerga-te, Clarisse!

Enxerga-te, Clarisse!

Enxergando o mundo  em preto e branco
Clarisse tenta colorir sua rotina 
Ela tenta amenizar a escuridão de sua mente 
E procurar uma solução para ser aquela menina. 
Sua mente é como uma rodovia. 
Várias ideias são passadas 
Construindo um acidente de opiniões. 
Clarisse se sente perdida. 
Ela se perde em meio a felicidade 
Em meio a escuridão e nova claridade. 
Ela fica confusa se deve ser ela mesma. 
Clarisse não sabe
E fica procurando sua própria beleza. 
Qual será sua beleza, Clarisse? 
Donde acharás seu charme? 
Tente começar pela filosofia de se amar 
E dentro dela procurar conhecer-te. 
Só eu sei o quanto ela é capaz. 
Capaz de conquistar as pessoas 
Com apenas um verso. 
Seu poder nas palavras 
Pode virar o mundo do avesso.
Basta ela saber usar. 
Eu creio em ti, Clarisse. 
Creio que você está lá, tentando. 
Quero crer que você vai conseguir 
Mesmo que seja fracassando. 
Mas não desista. 
Não enquanto houver este poema. 
Pois, lembre-se, 
Nada queima as ideias de sua mente 
Sem que a sua genuinidade completamente se acenda.

 

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