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Entre os dias

Entre os dias

Meus olhos  vão e vem no balanço do pêndulo de um velho relógio.
Estou  hipnotizado pelos segundos.
Dentro de mim o  medo violentamente me cala e tapa meus olhos.
Silêncio e escuridão. 

Tudo parece um  sequestro relâmpago.  
Estou  diante de um profundo abismo entre ontens e amanhãs.

Uma inconsciente confusão em meus pensamentos  impera.
Sinto minha alma acorrentada.
De repente não habito mais em meu controle.
A  angústia do tempo  envenena  minha calma.

Mas dos meus pulmões nascem gritos  de resistência que  invadem minha garganta e avançam como um furacão  contra incertezas.   
Nas minhas veias correm certas verdades  que alimentam  a coragem. 
Das minhas mãos  brotam várias palavras que constroem uma  ponte para romper esse vazio entres os dias.

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Um segundo olhar sobre a vida.

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