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Efêmera

Efêmera

Perdoa a minha humanidade,

minha falta de poderes,

e a minha finitude.

Queria arrancar-te as dores,

cessar-lhe o pranto,

porém não pude.

Minha carne é somente:

humana, mortal, limitada,

consegue ser tudo e então ser nada.

E esse ciclo, eu sei, sabemos de cor,

o que hoje é pele, sangue, curvas

amanhã são rugas, cinza e pó.

EternizArte
Vitória Alves
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Professora, leitora e poetisa (ou quase).

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