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Ébrio mistério

Ébrio mistério


A terra que há de lhe guardar,
sem seu gemer,
em vísceras sustenidas a roer,
eis então de ter,sua humildade a se elevar.
A parida saudade surrenta,
há ,de preservar sua tormenta;
guardada em perpétua madeira,
em coberta trincheira,de concreto bandeira.

Ao cálculo da eternidade,
não há a generosidade;
em sua natureza morta,
de tua partida exorta .

insignificante participação ao Universo,
sem apuro de verso.
Humano troveiro,
de recanto ligeiro,


Pensar dentre as paredes,
sem matar as sedes;
ébrio mistério.
Sonhos aberratórios,
sem suspirares ilusórios.
Monotônicas em antropofagias,
ruminares de agonias.

 

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